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Federasul formaliza apoio à reforma estrutural do Estado

A presidente Simone Leite leu, na abertura do Congresso da entidade, manifesto pedindo um basta ao mau emprego do dinheiro público

O governo do Estado ganhou um apoio de peso às medidas que vem adotando para colocar o Rio Grande do Sul na condição de incentivador e parceiro na retomada do crescimento. A razão deste respaldo está na preservação dos negócios para evitar a evasão de empreendedores para outros Estados, como vem acontecendo. A presidente da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), Simone Leite, formalizou este amparo ao ler o posicionamento da entidade, batizado como “Carta aberta ao Rio Grande”, onde reconhece as atitudes do governo de enfrentar os problemas conjunturais. “Vemos, nas ações do governador Eduardo Leite, disposição para buscar soluções discutindo com a sociedade as mudanças para o futuro”. A mensagem foi lida na abertura do Congresso, nesta sexta (25) em Gramado.


Dentro desde cenário, a Federasul homenageou os deputados Jerônimo Goergen (federal) e Frederico Antunes (estadual) pelas posições e projetos que retiram as hostilidades no ambiente de negócios. Ambos os parlamentares receberam uma placa de agradecimento pelos projetos de modernização da máquina pública e desburocratização da economia.


Na sua fala, a presidente reforçou a incapacidade financeira do Estado como indutor do desenvolvimento e potencializou a necessidade das parcerias público-privadas às medidas que facilitem o ingresso de recursos privados na infraestrutura e na prestação de serviços. Neste sentido, disse Simone, “o Estado poderá cumprir com suas obrigações de garantir saúde, educação e segurança”.


Na “Carta Aberta ao Rio Grande” a Federasul enfatiza a questão previdenciária do Estado que define como “falimentar”. Lembra que não é possível manter a relação de 60% de aposentados e pensionistas  com  40% de servidores ativos. “O déficit previdenciário de R$ 12 bilhões ao ano obriga que cada gaúcho contribua com R$ 1.038,00 em impostos para cobrir o rombo”. Recursos que faltam aos serviços públicos essenciais e aos investimentos que teriam capacidade de tornar o Estado mais competitivo e mais atraente à geração de empregos e renda.

26/10/2019 - fróes, berlato associadas

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