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Marina Silva aposta em um mandato de transição

Com críticas ao “condomínio de Alckmin”, a pré-candidata à presidência pela Rede defendeu aliança com a população

Contrária à possibilidade de reeleição e a favor de um mandato de cinco anos a partir de 2022, a pré-candidata à presidência da República e ex-senadora Marina Silva (Rede) diz que fará um mandato de transição caso seja eleita. Sua proposta, apresentada no Tá na Mesa dessa sexta-feira (27), na Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), é não partidarizar o governo e enfrentar os problemas estruturantes com investimentos estratégicos.

Segundo a pré-candidata, a causa para a crise brasileira atual é a falta de sustentabilidade ética e política dos governos. “Não estamos nessa situação por dificuldades técnicas, mas por decisões políticas equivocadas e antiéticas”, justificou. Para ela, é preciso combater o déficit público e a corrupção, apostando em um modelo de desenvolvimento sustentável e saudável para os investimentos.

De acordo com a ex-senadora, é preciso “refundar a verdadeira República, em que quem manda é a lei, não os políticos, conforme seus interesses pessoais”. Nessa linha, criticou também o que ela chama de “condomínio de Alckmin”, pela quantidade de partidos aliados ao pré-candidato Geraldo Alckmin (PSDB), e a diferença de fundo eleitoral e tempo de propaganda gratuita entre os concorrentes. “Terei oito segundos na televisão. Quatro de manhã e quatro de noite. Essa é a realidade de um país que usa o dinheiro público para privatizar tudo e beneficiar alguns”, condenou.

Ao ser questionada sobre a falta de apoio de outros partidos a sua candidatura, afirmou que “no dia da nossa convenção, vou aparecer com a maior aliança de todas, que é a de 200 milhões de brasileiros”. Segundo ela, é preciso acabar com a polarização política e agregar boas ideias ao governo. “Durante o meu mandato, vou trabalhar com pessoas, com práticas eficientes, não com partidos”, reforçou ao explicar possível parceria com partidos envolvidos na Lava Jato.

Em relação a aliança no Estado, com partidos que disputam o Piratini, Marina Silva lembrou que, em 2014, a Rede apoiou Sartori, mas neste ano vai somente com os candidatos da proporcional de seu partido.

A reunião-almoço foi conduzida pela presidente da Federasul, Simone Leite, que reforçou a importância de ver uma mulher concorrendo ao cargo máximo brasileiro. Destacou ainda a presença da vice-prefeita de Canoas, Gisele Uequed, ao reafirmar que o protagonismo feminino é uma necessidade e uma realidade.

27/07/2018 - fróes, berlato associadas

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