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Formatura de aprendizes do programa do CIEE-RS reúne histórias inspiradoras



Mais do que uma cerimônia, a formatura dos aprendizes que concluíram o programa em julho e agosto reuniu, dia 22/8, histórias inspiradoras de jovens que superaram seus desafios em busca de capacitação para o mundo do trabalho. Desenvolvido pelo Centro de Integração Empresa Escola do Rio Grande do Sul (CIEE-RS), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o Programa Aprendiz Legal formou 93 integrantes dos munícipios de Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo.
 
Um deles foi Wellington Lima Gonçalves, de 27 anos, pai de uma menina de um ano e meio, e que foi aprendiz no Hospital Moinhos de Vento. Agora ele quer seguir adiante, concluir o Ensino Médio e ingressar em um curso voltado à informática. Wellington fez uma homenagem ao padrinho da turma, o secretário estadual de Obras, Saneamento e Habitação, Fabiano Pereira, um dos incentivadores do programa de aprendizagem. O secretário elogiou a trajetória dos jovens e sua persistência em busca de oportunidades.
 
“Aprendi muito e hoje sei que posso mais”, contou orgulhosa a formanda Nathália Maciel da Silva, de 19 anos. Jogadora de hóquei, Nathália morava em um abrigo de proteção à infância e, quando completou 18 anos, teve de sair. Para poder se sustentar, acabou ingressando no programa, como aprendiz no Internacional. Hoje ela também atua em um projeto social e dos seus planos fazem parte o curso de Educação Física e também tirar do abrigo sua irmã de 16 anos.
 
O gestor de Operações do CIEE-RS, Lucas Baldisserotto, saudou a conquista dos jovens afirmando que a conclusão da aprendizagem “é o início de um caminho de desenvolvimento como seres integrantes da sociedade”.
 
Também participaram da formatura no Teatro CIEE o superintendente regional do Trabalho e Emprego, José Francisco Cândido, e o coordenador de desenvolvimento institucional da Fundação Roberto Marinho, Marcelo Bentes. O superintendente citou o esforço institucional para formação dos jovens e destacou que, no Estado, não chega a 5% o número de empresas que oferecem vagas para aprendizes. Marcelo, por sua vez, afirmou que os aprendizes estão um passo à frente dos outros jovens porque procuraram desenvolver suas habilidades.

 

23/08/2017 - fróes, berlato associadas

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